11 jogadores
Par ou ímpar: João e Rodrigo
Equipa 1: João, Xano, Dário, Luís Pedro, Miguel Marques e Rúben
Equipa 2: Rodrigo, Vasco, Pedro Santos, Márcio e Leandro
Resultado final: 11-6
Marcadores: João 5, Dário 2, Xano 2, Luís Pedro 2; Márcio 2, Pedro Santos 2, Rodrigo 1 e Vasco 1
MVP: Xano
Infelizmente sem Cardozo, André, Centieiro, Tó ou até mesmo o já regularíssimo Luís (amigo do Xano)...mas felizmente sem chuva. Assim nos apresentámos em campo e com mais uma cara nova esta época: Dário.
O jogo começou animado, com um ritmo de parada e resposta que prometia muitos golos. E a massa associativa que assim esperava não saíu desiludida. Não foi preciso muito tempo para ver a equipa 1 adiantar-se no marcador. Com o João na baliza, Dário e Xano foram muito fortes neste início, com o Rúben e o Miguel Marques a apoiar. Mas o futebol não se faz só de ataque, e com o avançar do tempo as fragilidades defensivas deste 5 foram postas a nu sucessivamente. As trocas com o 6º jogador não facilitavam, porque quebravam o ritmo que se tentava impor e desconcentravam as marcações no meio campo defensivo. Depois de 2-0 e 3-1, nunca conseguindo vantagem superior a 2 golos, a liderança escassa e trémula foi quebrada: a equipa 2 logrou mesmo virar o resultado, caindo em cima do adversário com tudo quanto tinha: poder físico do Pedro Santos, cérebro e classe do Vasco, técnica e qualidade de passe do Márcio, movimentação constante do Leandro e coração e disponibilidade física a 150% do Rodrigo. Mas não houve vencidos antecipados: a equipa 1 reencontrou-se e recolocou o equilíbrio como nota dominante da partida. Até chegar ao 5-5.
Que belo jogo se jogava nesta fase. Os adeptos vibravam, ecoando "bruás" a cada lance de espectáculo (como aquele em que a bola embateu no poste da baliza do guardião João, ou aquele outro em que o Rúben se lançou a agarrar o esférico que teimosamente lhe tinha escapado das mãos, em cima da linha). E que adepto não levou as mãos à cabeça quando, numa bola dividida entre o Pedro Santos e o Miguel Marques, o segundo quase se estatelou no chão em velocidade de ponta? (coisa que acabaria por suceder ao Vasco mais tarde no encontro, forçando-o a sair)
Até que o ritmo vivo ditou finalmente a sua sentença. O cansaço apoderou-se dos jogadores, cobrando a factura de corridas incessantes e vai-véns defesa/ataque contínuos. Na equipa 1 o Miguel Marques e o Dário estoiraram. Na equipa 2 foi praticamente a equipa toda. Resultado? 6-1 para quem revelou melhor forma física e mais frescura. Com vários golos conseguidos em contra-ataque (e 2 já em notória quebra anímica do adversário), a equipa 1 não se limitou a matar o jogo. Escorraçou o oponente até não sobrar mais nada. 11-6 e até para a semana.
Resultado injusto e demasiado pesado para a equipa 2, que até rubricou bela exibição. O marcador premeia a letal eficácia de quem teve mais músculo por mais tempo.
Jogámos bonito.
JC