Equipas feitas por Tó e Vasco
Equipa 1: Tó, P.Cardozo, P.Centieiro, Ruben, João C.
Equipa 2: Vasco, Márcio, Rodrigo, Luís, André
Resultado: 7 – 6
Golos: Tó (5), P.Centieiro (1), João C. (1), Vasco (2), Luís (1), André (1), Márcio (2)
E vamos já directos para o flash-interview para entrevistar em primeiro lugar a equipa vencida, que aparece visivelmente abatida:
Repórter: Vasco, como viu o jogo? Acha que o factor arbitragem foi decisivo no jogo?
Vasco: Boa noite, foi um jogo disputado, nem sempre bem jogado com variações de domínio de jogo. Deixei de ver o jogo no momento em que levo um bujardão na ponta da pichota que me amarrotou os tomates. Sobre a arbitragem deixo para vocês comentarem, mas penso que o critério ao nível dos foras-de-jogo foi bastante discutível no mínimo.
R: Márcio, o que faltou à sua equipa para levarem de vencida a Equipa1?
Márcio: Tivemos sempre em desvantagem no encontro. A equipa lutou muito, conseguiu recuperar e depois sofremos um golo da forma que vocês viram.
R: Rodrigo, sente que a equipa adversária foi claramente superior e mereceu… (Rodrigo interrompe o jornalista)?
Rodrigo: Ouça lá, ó meu ganda cabrão. Qualquer pessoa decente, viu o que aqui se passou e sabe que estes cabrões não jogaram um cu. Fodasse, é sempre a mesma merda, caralho.
R: Luís, como foi o regresso aos relvados?
Luís: Relvados??? Enfim, é o jornalismo que temos!! O Luís recuperou bem da lesão. O Luís trabalhou bem durante a semana à espera de uma oportunidade que o mister acabou por conceder. O Luís fez um golo, mas o mais importante era os três pontos. O Luís vai levantar a cabeça já para o próximo jogo.
R: André, sente que a estratégia da equipa ficou completamente por terra com aquele início de jogo por esquecer?
André: Naturalmente. A equipa sabia que vinha jogar contra uma grande equipa que ainda não tinha perdido no seu reduto mas entrar no jogo a perder fez com que tivéssemos de ser nós a assumir as despesas de jogo e sabíamos que o contra ataque deles era fortíssimo e que iriamos abrir espaços. É sempre inglório depois de conseguirmos o mais difícil que foi chegar ao empate perder com aquele golo. Ainda assim a equipa está de parabéns e agora vamos concentrar-nos no nosso campeonato.
Visivelmente mais felizes estavam os jogadores liderados por Tó que conseguiram o golo vitorioso de forma feliz já no final do jogo:
R: Tó, sente-se o homem do jogo? O facto de ter a sua cara-metade a puxar por si nas bancadas poderá ter sido um factor extra para a sua grande exibição?
Tó: Fiz uma equipa à minha imagem e as coisas começaram a correr bem. Tive a sorte de ser bem servido pelos meus companheiros e de aparecer bem nas zonas de finalização. Quanto à 2º questão, naturalmente que é sempre importante termos as pessoas que gostam de nós a apoiar-nos e quando assim tudo se torna mais fácil.
R: Boa noite, P.Cardozo, não foi uma tarde/noite muito feliz para si? Como foi ficar em branco depois de tantas jornadas consecutivas a marcar?
P.Cardozo: No fim o mais importante foi ganhar e se assim for não me importo de não marcar golos e que a minha equipa vença sempre. Mas eu sou um jogador que vive de golos e apesar de muito ter rematado, os meus opositores estiveram bem a anular as minhas investidas. Na próxima jornada lá terei de marcar a dobrar.
R: P.Centieiro, explique lá como é marcar aquele golo decisivo nos últimos minutos com a barriga, você que quase não tem barriga?
P.Centieiro: De facto podem pensar que é sorte mas durante a semana é um movimento que treino muito principalmente com o meu amigo Piqué. Às vezes reunimo-nos em casa dele e a Shakira explica-nos a melhor forma de abordar este tipo de lances.
R: Olá Ruben, explique lá o que lhe passou pela cabeça para tentar socar aquela bola que vinha chapelada do meio campo adversário e que acabou por dar golo?
Ruben: De facto há muito mérito do adversário porque a bola faz um efeito de sobe e desce a fazer lembrar os Tomahauk do Ronaldo. Além disso tenho vários jogadores à frente da bola na altura do remate e é difícil não olhar para tanto cu naquele momento. Por fim mas não menos importante tinha um apanha-bolas da equipa adversária a fazer-me cócegas no preciso instante em que ia fazer uma defesa espectacular.
R: João, ambiente de grande festa no balneário como é possível ouvir. A vitória assenta-vos bem? Aquele remate contra o pénis de Vasco foi algum grito de revolta?
João: Respondendo à primeira questão, a vitória assenta-nos bem mas temos ali no balneário uns maillots e uns shorts que nos assentam bem melhor que a vitória. Quanto à segunda, com o resultado fixado em diferença de um golo apenas, limitei-me a despejar a bola face á pressão adversária. Mas lá que deu um gozo especial vê-los cair aos nossos pés lá isso deu!!!
Vasco “ Ripanarapaqueca” Coelho